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Saúde e Educação

Publicado em:13/10/2014
:: De Olho na Saúde :: Instituto Avon é parceiro do Outubro Rosa em Minas Gerais. Confira...
Produtos serão usados no “Salão Solidário, revendedoras atuarão como mobilizadoras e clientes terão descontos no e-commerce

Minas Gerais investe na qualidade da saúde da mulher. Foto Reprodução

O Instituto Avon, que desde 2003 investe em ações e campanhas voltadas para a saúde e o bem estar das mulheres brasileiras, é o mais novo parceiro do Outubro Rosa, campanha promovida em Minas Gerais pela Secretaria de Estado de Saúde e pela Sociedade Brasileira de Mastologia – Seção MG. A Avon, criada há mais de 125 anos, é a maior empresa de venda direta de cosméticos do mundo. Atua em mais de cem países, entre eles, o Brasil.

O Instituto Avon doou para a campanha 400 esmaltes, 150 litros de shampoo e 100 litros de condicionador, que serão usados no “Salão Solidário”. As revendedoras da Avon também estão na campanha e passam a participar das ações de sensibilização das mulheres de 40 a 69 anos sobre a importância da mamografia na identificação precoce do câncer de mama.

Outra ação de apoio à campanha está na e-commerce da Avon. Quem participar da ação, ao comprar algum produto da linha Luxe pelo site http://www.avonluxe.com.br/- código promocional MINASTEAMO até 31/10/2014 ganhará um desconto de 5%.

O Salão da Solidariedade, que tem o objetivo de melhorar a autoestima das mulheres, atraindo a atenção de todas para o autocuidado, incentivando a realização de mamografias, imprescindível para a prevenção do câncer de mama cuja detecção precoce é capaz de reduzir a taxa de mortalidade alcançando até 95% de taxas de cura. Um terço dos casos acomete mulheres com idade abaixo de 50 anos. O salão oferece corte de cabelo e serviços de manicure e pedicure. As mulheres que desejarem também poderão doar os cabelos para a confecção de perucas destinadas às pacientes em tratamento contra o câncer de mama.

O câncer da mama é o tipo que mais acomete as mulheres em todo o mundo e representa 25% de todos os tipos de câncer diagnosticados nas mulheres. As taxas de mortalidade por esse tipo câncer continuam elevadas no Brasil, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.

Esse cenário levou o Governo de Minas a implantar, em 2012, O Programa Estadual de Prevenção e Controle do Câncer de Mama. A realidade mineira demostrou que era necessário ampliar a faixa etária para a realização de mamografias. Por isso, somente em Minas, mulheres de 40 a 69 anos são chamadas a fazerem mamografias de dois em dois anos.

Para melhorar o acesso ao exame, definiu, com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia, que as mulheres na faixa etária prioritária não precisam passar por uma consulta médica para realização da mamografia. Basta à mulher comparecer uma unidade básica de saúde, apresentar um documento com foto, que comprove que a mesma está dentro da faixa etária estabelecida e retirar a sua Requisição de Mamografia. O agendamento do exame poderá ser realizado na unidade onde a mulher retirou a sua requisição.

Mas, não bastou ampliar a faixa etária de rastreio e melhorar o acesso à mamografia. A mesma realidade levou a outro questionamento: de que adiantaria a mulher ter em mãos uma mamografia cujo resultado, inconcluso ou indicador de problemas vários, não pudesse continuar sua caminha pelo caminho da saúde? A solução encontrada demonstrou ser simples, mas onerosa: é necessário, em alguns casos, que a mamografia inconclusa tenha um exame complementar de ultrassom. Novamente, o Governo de Minas decidiu por custear com recursos próprios os exames de ultrassom quando necessários.

E, ainda, quando confirmado o diagnóstico, passou a oferecer o tratamento em até 30 dias em um dos 32 Centros de Alta Complexidade em Oncologia instalados no Estado. A cada um desses serviços referenciados o Governo de Minas paga R$ 1.000,00 por cada paciente atendida dentro do prazo de até 30 dias.

Para ampliar a área de abrangência dos mamógrafos, adquiriu 10 Unidades Móveis de Mamografia que percorrem as regiões com baixa cobertura de mamografia.

Aliado a tudo isso, o Call Center (155) demonstrou ser uma ferramenta importante no programa. Nele, as atendentes acompanham todas as etapas do tratamento das pacientes, diminuindo, dessa forma, o alto índice de absenteísmo e abandono do tratamento por parte das pacientes.

C/ Agência Minas