Araxá, 8 de setembro de 2010
Publicidades
-
-
  Agro.Net
-
  Central de Mídia
-
  Cidade
-
  Cultura/Arte
-
  De olho na cidade
-
  Empresas/Negócios
-
  Esporte
-
  Plantão Policial
-
  Polícia
-
  Política
-
  Saúde/Educação
-
  Turismo
-
  Veículos
-
-
  AraxáVip
-
  Aventure-se
-
  Conheça Araxá
-
  Dia dos Pais
-
  DIA INTERNACIONAL DA MULHER
-
  Educação em Foco
-
  Games
-
  Horóscopo
-
  Indeep - Alex Silva
-
  Prêmio Liderança
-
  Social
-
-
  Inscrever
-
  Agronegócio
-
  Antenado
-
  Atividade Física
-
  Causos do Esporte
-
  Coluna Nota Dez
-
  Culinária
-
  Defesa do Consumidor
-
  Dermatologia
-
  Direito Previdenciário
-
  Empreendedorismo
-
  Fala Pastor
-
  Gestão de Negocios
-
  Jogando Conversa Fora
-
  Justiça
-
  Mundo GeoLÓGICO
-
  Paiva Netto
-
  Pingo "i"
-
  Segurança
-
  Uniaraxá
-
-
  Girassol C. de Campo
-
  Igreja Batista do Avivamento
-
  Oportunidades de Emprego
-
  SINE
-
-
  Bancos
-
  Contato
-
  Detran
-
  Expediente
-
  Horários de Ônibus
-
  Loterias
-
  Pessoas desaparecidas
-
  Prefeitura
-
  Segunda via da COPASA
-
  Telefones Úteis

Edvaldo José de Oliveira  
Cursando o 1º ano de Geologia na Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Curso Técnico de Mineração no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET/MG) e-mail: contato.edvaldo@yahoo.com.br  
 
Colunista desde: Junho/2009  
 
COLUNA MUNDO GEOLÓGICO  
 

E afinal, o que é um terremoto?

Estamos constantemente observando grandes matérias (desastres) sendo sempre o causador destes desastres o terremoto, que até onde muitos sabem é um tremor de Terra, mas porque isso não ocorre no Brasil? Porque no Japão existem tantos terremotos? E qual é a escala que os mede?

Temos por definição que terremoto é um abalo ou tremor causado pela liberação repentina de energia, normalmente resultado da falha que envolve o deslocamento das rochas. E quando ocorre um terremoto, alguns ajustes podem continuar a ocorrer como pequenos terremotos, a estes denominamos de abalos secundários.

Um terremoto de magnitude sete devastou o Haiti às 16h53 do dia 12 de janeiro, hora local 19h53 de Brasília. O epicentro foi a poucos quilômetros da capital, Porto Príncipe e causou a morte de mais de 150 mil pessoas, outro terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o Chile no dia 27/02 causando a morte de mais de 795 pessoas.

Essas duas notícias têm permeado nossos telejornais e embora nenhuma parte da Terra esteja imune à ocorrência dos terremotos, 95% deles acontecem em limites de placas tectônicas razão pela qual o Brasil encontra-se numa posição privilegiada por estar contido em sua totalidade na placa Sul Americana e distante da borda desta placa.

No Japão ocorre cerca de 200 terremotos de magnitude leve a moderada por semana, sendo que no Japão encontramos também 86 vulcões ativos, o que nos faz percebermos a grandeza do que pode acontecer caso ocorra um grande colapso naquele país. A grande diferença é que o Japão se adequou as condições de ter por dia cerca de três terremotos e suas edificações já possuem alta tecnologia contra as movimentações bruscas.


Percebemos a grandeza de um terremoto quando o valor na escala Richter é alto, mas mal entendemos qual escala é essa e até onde ela vai, pois a notícia é de que esta escala não possui um limite superior. Foi desenvolvida em 1935 por dois sismólogos Charles Francis Richter e Beno Gutenberg. Após recolher dados de inúmeras ondas sísmicas liberadas por terremotos, criaram um sistema para calcular as magnitudes dessas ondas.

Esta escala provém de uma equação logarítmica e o maior sismo já registrado pela escala Richter foi de 9,5 no Chile em 1960 e causou a morte de 5700 pessoas e foi seguido por um tsunami onde as ondas chegaram até o Havaí. No Brasil o maior terremoto que nos atingiu foi no estado do Mato Grosso na cidade de Porto dos Gaúchos em 1955 e alcançou 6,2 na escala Richter.

Ainda não é possível prever com grande antecedência os locais e datas sobre a ocorrência dos terremotos, porém é possível utilizar de meios de estabilidade de edificações, de estabilidade das encostas, resistência das construções para minimizar os efeitos dos mesmos.

Um abraço e até a próxima
 
 

Edições anteriores:
A tragédia de Angra dos Reis na visão da Ciência
Grupo PET-Geologia estuda vulcão antigo em Mimoso-MT
Wegener e sua teoria II
Wegener e sua teoria I
MARAVILHOSOS FÓSSEIS
Entendendo a Terra
 
 
 
 
 
2007 - Todos os direitos reservados a Jornal Araxá.
Este site possui resolução mínima de 1024x768 pixels.